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Jornalista diz que ataque a Feliciano em avião é fascismo cor-de-rosa


Os jornalistas do programa Jornal da Massa, da Rede Massa, retransmissora do SBT no estado do Paraná, comentaram sobre o ataque sofrido pelo deputado pastor Marco Feliciano em um voo da Azul Linhas Aéreas na semana passada.

 
Enquanto a jornalista Ruth Bolognese apoia a atitude dos ativistas do movimento gay, o jornalista Paulo Martins criticou dizendo que houve um plano orquestrado por “gayzistas” que tinham como objetivo fazer com que o deputado reagisse e praticasse um ato violento contra eles.
 
“Democracia é garantia de manifestação e não de intimidação, o que eles fizeram ali foi intimidação”, disse o jornalista. “Foi um movimento calculado, eles queriam que o Feliciano se levantasse e batesse em um deles, tanto que provocaram passando a mão no rosto do deputado”.
 
Os apresentadores debateram se houve ou não abuso na manifestação contra políticos. O advogado Ogier Buck achou válido a provocação, mas até o momento em que tocaram no deputado. “Os guri podem brincar, podem cantar, pode tudo, mas não podem passar a mão no deputado”, disse.
 
Já para Paulo Martins a intimidação foi longe de mais. “Se fosse um machão passando a mão no rosto de um conhecido militante do movimento gay estaria o caos estabelecido dentro do avião. Isso não tem nada a ver com democracia, tem a ver com o ato de intimidação. Aliás, é uma espécie de fascismo cor-de-rosa”.
 
O âncora do programa, Denian Couto, também é a favor da manifestação feita no avião, só não concordando com os toques que os manifestantes fizeram no rosto e cabelo do parlamentar. “Eu acho que o Feliciano foi um frouxo por não reagir”, disse.
 
Assista:

 

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