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As mulheres foram excluídas da história do cristianismo, afirma historiadora


A professora Kate Cooper, da Universidade de Manchester, é uma erudita em questões históricas do cristianismo. Ela está causando diversas reações no meio acadêmico com o lançamento de uma longa pesquisa. Material que foi reunido no livro Band of Angels: The Forgotten World of Early Christian Women [Hoste Angelical: O Mundo Esquecido das Mulheres do Início do Cristianismo], lançado este mês pela editora Atlantic.
 
Cooper identificou dezenas de mulheres cristãs que foram “esquecidas”, mesmo sendo muito influentes no primeiro e no segundo século. Especialmente, por que naquele período o cristianismo era – em certos aspectos – mais progressista em relação às mulheres do que hoje.
 
Seu argumento é que as mulheres desempenharam um papel fundamental na divulgação da nova fé cristã através de redes familiares e de amizades. A autoridade delas nas comunidades cristãs foi conquistada no desempenho como líderes comunitárias ou pequenas empresárias. Além de passarem os princípios da nova fé aos seus filhos.
 
Uma das únicas mulheres mencionadas no livro de Atos é Lídia, a vendedora de púrpura. Ela foi uma das primeiras pessoas a patrocinarem o ministério de Paulo.

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