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Mais uma heresia gospel: Louvor diz que se preciso fosse, Cristo morreria mais uma vez

louvor
Imagina uma musiquinha romântica com acordes bem colocados, frases melódicas de efeito, arranjos bem trabalhados, vocais bem sobrepostos, e voz principal estilo ‘ministro de louvor ungido’ – as características desta canção tem algo parecido com o gospel atual?
Agora observe no vídeo abaixo as expressões desses “levitas”: quanta introspecção, quanta sinceridade, quanta entrega, quanta vontade de abençoar e converter algum coração… Estou errado? Penso que não!
Infelizmente, exemplos como este nos mostram que a performance não significa absolutamente nada quando entra em voga o conteúdo do louvor. Será que o conteúdo é válido? Ou a performance tenta demonstrar uma espiritualidade vazia?
Esse é um dos principais problemas da igreja evangélica nos dias atuais – a super valorização da performance, dos padrões de louvor (que pensam funcionar), e da música dita Gospel. Em virtude de canções como esta, essa geração tem deixado de experimentar a Verdade de Deus para se saborear com cantos infundados de “ministérios” duvidosos.
Nossa geração tem adorado a outros deuses. Sutilmente, muitos estandartes da geração do gospel estão insinuando que de Deus seja a meretriz de um público de consumidores. Boa parte das pregações e das canções tem posto o homem no altar e ignorado a suficiência da obra da Cruz. Isso é triste! Suponho que Deus esteja se irando, se é que já não está.
Este ‘louvor caiado’ visto acima é mais uma das maiores aberrações que ouvi no meio dito gospel! Melodia aparentemente inofensiva mas com letra idólatra.
Analisando.
SE PRECISO FOSSE… (MINISTÉRIO IPIRANGA)
Cadê aquele brilho em teu olhar
Que eu te dei filho meu?
Cadê aquele amor que eu formei filho meu?
Eu não te fiz para viver tão longe assim
Eu não te fiz para sofrer
Onde está teu coração que eu comprei filho meu?
(Eu morreria) Eu morreria nesta cruz mais uma vez (sim)
Eu sofreria nesta cruz mais vez
Todo o meu sangue que verti nesta cruz por você
Filho meu
Mais uma vez (por você)
Mais uma vez (filho meu)
Mais uma vez (mais uma vez)
Mais uma vez
Eu morreria nesta cruz
Só pra te ter pra mim filho meu (o Senhor te diz)
Eu sofreria nesta cruz
Se preciso fosse por você
Mais uma vez (mais uma vez, por você)
Mais uma vez (filho meu, eu faria por você)
Mais uma vez (vem de novo pr´os meus braços filho meu)
Mais uma vez (dá-me teu coração)
Mais uma vez (eu quero, eu quero, teu coração)
Mais uma vez (anseio, anseio, te ter em meus braços filho meu)
Mais uma vez (volta pra mim, filho meu)
Te quero
Note que este escárnio musical demonstra um mimo de “Deus” para com o receptor (o tal filho). Consta na canção a seguinte cena: “Deus” está preocupado com a indiferença espiritual de um dos seus filhos, e chega para ele e diz: “Eu não te fiz para sofrer” – é como se fosse Deus estivesse implorando pela volta de um relacionamento quebrado pelo tal “filho”.  Nas entrelinhas, é tipo “Deus” dizendo:  “o que é que está acontecendo?, volta pra mim, por favor; você não foi feito pra tá passando por isso; olha, se for preciso eu faço tudo de novo por você, volta por favor”.
A blasfêmia se concretiza quando o autor da canção põe em dúvida a obra redentora definitiva e eficaz da Cruz de Cristo.
“Eu morreria nesta cruz mais uma vez
Eu sofreria nesta cruz mais vez”
Penso: será que Deus mandaria Seu filho de novo para a Cruz? Rasguemos as palavras do mestre “Está Consumado”? Meu Deus, quanta heresia para uma só canção!
A obra de Cristo no Calvário foi perfeita, completa e insubstituível (Is 53:10-11;Jo 10.28-29; Jo 19.30). Seria no mínimo um afronta a Deus supor que após Ele se esvaziar (Fp 2.7), deixar o seu lugar de Glória se fazendo homem e morrer morte de Cruz para a remissão dos nossos pecados, não tenha sido suficiente para salvar os Seus. Dizer que Cristo faria tudo de novo é como  jogar no lixo o plano da Salvação arquitetado antes da fundação do mundo!
Amigo leitor, não me venha supor que estou causando divisões no reino. Não insinue que estou tocando no ungido ou que deveria estar falando do amor de Deus ao invés de denunciando mais uma heresia. Esta é apenas uma canção anaisada, mas lamentavelmente há muitas semelhantes espalhadas por nossas igrejas; “louvores” nocivos à Palavra e que trazem sutis desqualificações sobre os atributos de Deus.
Digo humildemente aos ouvintes e músicos: observem o que andam escrevendo antes de cantarem ou tocarem, e não se encantem com a sonoridade de uma música bem feita instrumentalmente. Sugiro ainda que joguem fora os mantras, excluam as rezas musicas onde repetições acionam o ‘botão’ da emoção e desvirtuam a comunidade da adoração racional – deixem a emoção para ser consequência de um culto racional centrado em Cristo! Naveguem em águas contrárias  a essa lama gospel! (Rm 12.2)
Como diria o saudoso João Alexandre, eu “não consigo me encaixar neste esquema”, por isso amigo leitor, faça bom uso desse post e lembre-se: NÃO é proibido pensar!
Fonte: Arte de Chocar

Um comentário :

  1. veja a musica "!amada minha" asas da adoração.... fiquei com a mesma impressão

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